Diário de Londres (12)

Mais uma vez não ia ter o que ver in loco, por isso resolvi terminar o passeio não tão bem sucedido no dia anterior. Como não tenho certeza do que vou fazer na sexta, outro dia livre e meu último inteiramente por aqui, decidi tentar matar o máximo de pontos turísticos possíveis. Tanto que fui até o Google antes para ver se não deixaria nada importante de lado.

Big Ben, o Parlamento e a Abadia de Westminster eram os principais lugares a visitar. Minha pesquisa foi muito importante, pois me lembrou (ou me apresentou) que a Abbey Road era em Londres e seria incluída no trajeto. Curiosamente, eu havia passado lá do lado no dia que fora assistir o tiro com arco e nem sabia.

Outra curiosidade que só fui descobrir lá é que a famosa fotografia da capa do álbum foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road em 8 de agosto de 1969. Uma baita coincidência! E claro que eu aproveitei minha passagem por lá para tirar uma daquelas fotos patéticas cruzando a faixa.

Em seguida, peguei o metrô e parti para as margens do Rio Tâmisa, onde iria me deparar com os principais pontos turísticos de Londres, todos eles fotografados à exaustão, de ângulos e mais ângulos, desde o Big Bem até a Tower Bridge, que estava enfeitada com os anéis olímpicos.

Para finalizar, fui passear pela região mais central de Londres, passando por vários lugares como o Museu Britânico, a London’s Global University e a Trafalgar Square. No meio desse caminho dei uma parada na frente de uma loja de TV para acompanhar os minutos finais do jogo de basquete entre Espanha e França, que quase deu briga porque os franceses fizeram duas faltas antidesportivas totalmente sem noção.

Ao chegar em casa, foi conferir os resultados brasileiros do dia e dar uma conferida no que aconteceu no atletismo, principalmente nas semifinais dos 200m, já que vou ver a final amanhã. As moças do vôlei de praia venceram de virada e levaram o bronze e de importante foi só isso até o momento. Já Bolt correu sossegado e se classificou tranquilamente para a final de amanhã.

O pior foi acompanhar o final do basquete entre Brasil e Argentina. Não vi boa parte, mas na reta final nosso time desperdiçou muitas bolas importantes, coisa que não dá para fazer em uma quartas de final de Olimpíadas. Acabamos perdendo mais uma, mas paciência, pelo menos era um time forte do outro lado. Saco foi ser eliminado de novo pelos “hermanos”.

Fechando o dia, deu ao menos para vibrar com Yamaguchi Falcão (que não é o Esquiva, seu irmão) vencendo o cubano campeão mundial. Sucesso esse boxe brasileiro em Londres, com três medalhas já garantidas. Aposto que meu avô deve estar contente com isso.

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